Após nova vitória, Cuca diz que Tricolor ainda não briga pelo título brasileiro

técnico Cuca adotou um discurso cauteloso neste sábado, passada a vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense no Maracanã. Embora sua equipe tenha entrado no G4 e encurtado a distância para o líder Palmeiras, o comandante tricolor prefere aguardar para ver se seus jogadores conseguirão manter a toada nas próximas rodadas.

“Eu acho que a gente melhorando assim… não quero passar para eles a responsabilidade de lutar pelo título. O São Paulo sempre vai lutar pelo título, mas temos que ter uma regularidade e manter essa regularidade. Se mantivermos isso, teremos chances de chegar entre os primeiros”, afirmou Cuca.

Neste sábado, o São Paulo teve dificuldades contra o Fluminense. Sem a bola na maior parte do tempo, os visitantes tiveram de correr dobrado para evitarem que o Tricolor carioca dominasse completamente o duelo. A equipe de Cuca teve de se adaptar à uma realidade que não está acostumada, porém, no fim das contas, conseguiu voltar para casa com os três pontos na bagagem.

“Hoje você não vai mais ter posse de bola que o Fluminense, talvez o Santos tenha uma posse de bola similar. Não adianta você vir aqui e lutar com o adversário com a arma do adversário. Você tem que ter a tua. A gente teve objetividade e concluímos igual ao adversário, isso é o mais importante”, prosseguiu.

“Hoje era um jogo muito complicado de se jogar, o Fluminense a maneira com que joga, com que o Diniz faz ele jogar, é muito difícil de enfrentar, tem uma saída qualificada, quebrando as linhas e automaticamente encontrando os espaços para concluir. Se você retrai muito, eles também conseguem quebrar essa linha espetando dois jogadores pelos lados. Então, é um jogo equilibrado. Trabalhamos bastante a estratégia e tendo opções boas como tivemos para fazer o resultado ao logo dos 98, 97 minutos. Tivemos paciência, calma. Posse de bola era natural que o Fluminense tivesse mais, mas em termos de situações de gol foi igual, apesar de termos 30% de posse”, concluiu o treinador do São Paulo.

Anúncios

Adiado! CBF adia jogo contra Athletico PR e São Paulo só voltará a atuar no dia 10/08 no clássico contra o Santos

Agora eu pergunto porque a dificuldade de achar essa noticia,cbf comprada ,Cbf quer acabar com futebol Brasileiro e com a estintuiçao São Paulo Futebol clube,se comunica Cbf…

(CBF) adiou a partida entre Athletico e São Paulo, pela 13ª rodada do Brasileirão, que estava previamente marcado para o dia 04 de agosto. O motivo é a viagem do CAP para o Japão, onde disputa a J-League YBC Levain Cup/Conmebol Sul-Americana, no dia 07 de agosto.

Com isso, o CAP disputa a segunda partida das oitavas de final da Libertadores contra o Boca Juniors, no dia 31 de julho, em Buenos Aires, e vai direto para o Japão. O jogo será na cidade de Hiratsuka, onde joga o Shonan Bellmare, atual campeão da Copa da Liga Japonesa.

13ª RODADA

Athletico x São Paulo – adiado

Já o São Paulo, ficará sem jogar por 2 semanas e pode treinar mais, recuperar fisicamente os jogadores e chegar voando para o clássico, corrigindo erros e se preparando ainda mais para as 26 rodadas restantes.

Blog Elite Tricolor

São Paulo sonha alto no basquete: “Não vamos só disputar” Tricolor apresenta elenco à imprensa e projeta brigar pelos títulos do Paulista e no NBB

O São Paulo apresentou à imprensa nessa sexta-feira (26) o elenco da temporada 2019/2020, que disputará o Campeonato Paulista e o NBB nos próximos meses. Em evento que contou com a participação do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, os jogadores tiveram seu primeiro contato com os jornalistas como atletas do São Paulo e o técnico Cláudio Mortari indicou que a expectativa é ver o Tricolor disputando o título nas duas competições.

Para o treinador, o São Paulo conseguiu montar um grupo que dosará a experiência de jogadores como Shamell e Jefferson e Holloway com jovens talentos como Georginho, Cassiano, Danilo entre outros. Essa combinação é a aposta para o time chegar em condições de almejar títulos.

“Temos uma equipe mesclada, com alguns atletas mais experientes e outros novos em busca de objetivos. É importante ter esse confronto de ideias para que funcione. É um contraste de jogadores que se complementam. E não vamos entrar só para participar, ou só para disputar a competição. Nosso tamanho é muito grande para termos uma simples participação. Nosso intuito é alcançar a melhor classificação possível, que é ser campeão” avaliou o treinador.

Entusiasta da modalidade, o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva reforçou o compromisso do clube em investir em outras modalidades – além do basquete, o Tricolor terá uma equipe de vôlei feminino em parceria com o Barueri e já garantiu o acesso à Série A1 do Campeonato Brasileiro de futebol feminino – e relembrou a alta aceitação da torcida à iniciativa.

“Uma instituição desse porte não se limita ao esporte que criou sua identidade. Os torcedores acolhem e promovem e é um fator de desenvolvimento para essas atividade que precisam ser desenvolvidas e prestigiadas. Nós tivemos apenas a consciência que isso é um fator da boa prestação de serviço à sociedade através do esporte”, pontuou.

Impressionados com a estrutura do clube, os jogadores ficaram empolgados com as possibilidades do time no ano e acreditam que a tendência é o entrosamento transformar a qualidade individual em força coletiva para alcançar as vitórias.

“É uma experiência nova, mas estou motivado. Jogar num clube de camisa, de torcida, você joga com mais vontade de trazer as pessoas que às vezes não tem uma familiaridade com o basquete para uma partida e faz elas quererem voltar. Sabemos que não será fácil, mas estamos prontos”, avaliou o ala Shamell, maior pontuador da história do NBB.

O São Paulo começa a nova temporada na próxima quarta-feira (31), diante do Basquete Osasco, no Ginásio Geodésico. No dia 3 de agosto o Tricolor enfrenta o Mogi, também fora de casa. O primeiro jogo em casa será no dia 8, contra o Pinheiros, às 20 horas.O São Paulo apresentou à imprensa nessa sexta-feira (26) o elenco da temporada 2019/2020, que disputará o Campeonato Paulista e o NBB nos próximos meses. Em evento que contou com a participação do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, os jogadores tiveram seu primeiro contato com os jornalistas como atletas do São Paulo e o técnico Cláudio Mortari indicou que a expectativa é ver o Tricolor disputando o título nas duas competições.
Para o treinador, o São Paulo conseguiu montar um grupo que dosará a experiência de jogadores como Shamell e Jefferson e Holloway com jovens talentos como Georginho, Cassiano, Danilo entre outros. Essa combinação é a aposta para o time chegar em condições de almejar títulos.
“Temos uma equipe mesclada, com alguns atletas mais experientes e outros novos em busca de objetivos. É importante ter esse confronto de ideias para que funcione. É um contraste de jogadores que se complementam. E não vamos entrar só para participar, ou só para disputar a competição. Nosso tamanho é muito grande para termos uma simples participação. Nosso intuito é alcançar a melhor classificação possível, que é ser campeão” avaliou o treinador.
Entusiasta da modalidade, o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva reforçou o compromisso do clube em investir em outras modalidades – além do basquete, o Tricolor terá uma equipe de vôlei feminino em parceria com o Barueri e já garantiu o acesso à Série A1 do Campeonato Brasileiro de futebol feminino – e relembrou a alta aceitação da torcida à iniciativa.
“Uma instituição desse porte não se limita ao esporte que criou sua identidade. Os torcedores acolhem e promovem e é um fator de desenvolvimento para essas atividade que precisam ser desenvolvidas e prestigiadas. Nós tivemos apenas a consciência que isso é um fator da boa prestação de serviço à sociedade através do esporte”, pontuou.
Impressionados com a estrutura do clube, os jogadores ficaram empolgados com as possibilidades do time no ano e acreditam que a tendência é o entrosamento transformar a qualidade individual em força coletiva para alcançar as vitórias.
“É uma experiência nova, mas estou motivado. Jogar num clube de camisa, de torcida, você joga com mais vontade de trazer as pessoas que às vezes não tem uma familiaridade com o basquete para uma partida e faz elas quererem voltar. Sabemos que não será fácil, mas estamos prontos”, avaliou o ala Shamell, maior pontuador da história do NBB.
O São Paulo começa a nova temporada na próxima quarta-feira (31), diante do Basquete Osasco, no Ginásio Geodésico. No dia 3 de agosto o Tricolor enfrenta o Mogi, também fora de casa. O primeiro jogo em casa será no dia 8, contra o Pinheiros, às 20 horas.

Everton Desafia`criticas maldosas´e garante que voltará a brilhar!

Em entrevista, atacante conta que cancelou viagem com os filhos para tratar da lesão, diz que parou de olhar comentários de redes sociais e se disse pronto para a volta por cima.
A lesão sofrida por Everton pouco antes da pausa para a Copa América, a sexta desde que chegou ao São Paulo, forçou o jogador a cancelar uma viagem com os filhos para a Bahia e o motivou a ignorar os comentários de suas redes sociais. Agora que voltou a jogar, com boa atuação no segundo tempo da vitória por 4 a 0 sobre a Chapecoense, o atacante desafia os críticos e garante que está pronto para retomar o alto nível de seus primeiros meses de clube.

– Escutei de algumas pessoas que não ia mais voltar a jogar no meu nível, mas tenho plena certeza que vou. Tem muitos comentários maldosos. Escutei gente dizendo que tenho algo crônico na posterior, baita mentira. O doutor e os fisioterapeutas falaram que sou um dos melhores nos testes isocinéticos, de força, então essa história não existe – disse o jogador de 30 anos.

Everton passou todo o período da Copa América em tratamento no CT da Barra Funda, sacrifício que ele considera ter valido a pena. Depois de um segundo semestre repleto de problemas físicos em 2018, de uma pré-temporada atropelada pela Florida Cup e de um início de ano novamente conturbado, enfim houve tempo para treinar e preparar o corpo.

O camisa 22 se considera pronto para voltar a ser o “top dos tops” – termo usado por Cuca em sua última entrevista coletiva – que fez o São Paulo pagar R$ 15 milhões para tirá-lo do Flamengo. Ele é candidato a uma vaga no ataque para a partida deste sábado, às 19h, contra o Fluminense, no Maracanã.
Confira a entrevista completa:

Como foi ver os companheiros saindo de folga durante a pausa do Brasileirão enquanto você fazia tratamento no CT?
Everton: É horrível. A gente tinha programado as férias, as crianças estavam de folga em casa. Mas na hora que machuca tem que fazer de tudo para voltar a jogar. As crianças (Guilherme, de dez anos, e Gabriela, de oito) ficaram meio assim no começo, mas eles entendem que é minha profissão e eu tenho que estar bem. Esse tempo que eu fiquei aqui tratando foi bastante importante também. Íamos para a Bahia. Vai ficar para dezembro agora (risos).

Você tem sofrido com lesões. Como lida com isso?
Cara, é complicado. Eu cheguei ano passado no São Paulo e acho que joguei o primeiro turno inteiro. No segundo turno eu tive uma lesão. Com aquela necessidade de vitória, eu volto e acabo sentindo de novo. Nesse ano foi mais complicado ainda, porque eu precisava muito de uma pré-temporada e não teve. Acho que no quarto dia a gente estava jogando. Para mim, que sou um jogador de velocidade, isso foi muito difícil. Mas essa volta agora foi muito importante, porque eu treinei, tive 15 dias de treino. Isso é essencial, no jogo deu para ver isso.

No ano passado você voltou antes da hora para ajudar o time na briga pela liderança? Em dois jogos, você voltou a jogar e sentiu novamente.
Não é que eu voltava antes da hora, acho que foi no tempo certo, mas claro que com aquela pressão de ser líder você quer estar em campo rápido. Mas é aprendizado, bola para a frente. Hoje me sinto preparado porque tive tempo de treinamento. Não foi à toa que nesse jogo já entrei dando uns piques de velocidade que não estava dando antes.

Você comemorou o gol do Antony, que saiu com assistência sua, como se fosse seu. O que veio à cabeça na hora?
Fiquei muito feliz. O jogo estava muito complicado, muito difícil. No banco, o Cuca já tinha falado comigo: “Olha, você vai entrar no intervalo, já olha onde você vai jogar”. E foi um lance rápido em que recebi a bola do Raniel e cruzei. Importante demais. Ele falou para eu jogar pela meia esquerda, mais solto, também com liberdade de fazer a troca com o Toró. Foi bom, me senti bem.
Claro que é difícil você manter aquela intensidade de jogo. Até falei para o Toró, quando deu uns 20 do segundo tempo, para a gente dar uma maneirada, senão não iríamos aguentar (risos). É importante você dar uma cadenciada no jogo em alguns momentos, mas é difícil controlar esses meninos. Apesar que estou com 30 e estou acompanhando eles (risos). É o bonde de Cotia.

Muitos torcedores se irritaram quando você se lesionou contra o Avaí. Você lia os comentários nas redes sociais?
Hoje em dia, com a internet, está bem complicado você ficar olhando os comentários. As pessoas têm opiniões de acordo com o resultado, em um dia você é bom e no outro dia você já não é. É um mundo louco. Nessa última lesão eu preferi evitar ver. Já estava muito triste com a situação, porque sei a importância que eu tenho aqui no clube. Você não estar em campo… Preferi não ficar vendo.
Você acha que conseguirá retomar o nível do primeiro turno do Brasileirão de 2018?
Eu tenho certeza disso. Tive tempo de treinamento agora. Claro que eu preciso pegar ritmo de jogo, que vem com o tempo, com os jogos, mas sei que quando estiver no meu ápice físico e técnico eu vou brigar, sim, para estar entre os 11. O que eu mais quero é dar essa volta por cima. Na minha época de Flamengo eu sempre fui muito desafiado também, todo ano que passava os caras iam, traziam um jogador e se falava que era para a posição do Everton. Mas eu ia lá e jogava. Eu gosto disso, gosto de ser desafiado.

Você foi o último jogador do São Paulo a marcar um gol no Maracanã, contra o Flamengo, em 2018. Também jogou muitas vezes lá pelo próprio Flamengo. É um lugar especial para jogar?
É especial jogar no Maracanã, sim. É um estádio que me traz boas recordações, ano passado fiz esse gol contra o Flamengo. Espero que sábado possa acontecer de novo.
E a comemoração? Vai ter dancinha?
É verdade, faz tempo que não faço um golzinho para fazer a dancinha. Meu filho gosta, fica cobrando (risos). Se fizer, vai ser a dancinha do ombrinho que meu filho gosta! Tenho certeza que voltando a jogar com essa alegria o gol vai sair, sim.

E onde o São Paulo pode chegar nesse Brasileiro?
Acho que essa vitória contra a Chapecoense foi bastante importante, deu um pouquinho de tranquilidade. Quando você trabalha com pressão e o resultado não vem, a confiança dá uma diminuída. Tenho certeza que esse grupo está encorpando e que a gente vai brigar lá em cima. O primeiro passo é Libertadores. Estando entre os quatro, você vai estar mais próximo do título também. Primeiramente vamos dar uma focada nisso de ficar entre os quatro, depois a gente vê.

O que a queda de rendimento no Brasileiro do ano passado ensina?
Você tem que ter grupo. Daqui a pouco a gente vai começar a jogar quarta e domingo, tem suspensão, alguns atletas se machucam. Se você não tiver elenco, você não briga. Vejo o São Paulo com um elenco equilibrado esse ano, vai dar para brigar, sim.
#ADM 🇾🇪⚽️

Pará no São Paulo até o final do ano? Setorista entende que há possibilidades o lateral direito chegar; veja

https://www.espn.com.br/video/clip/_/id/5875444

Como podemos ver no vídeo acima, o setorista do São Paulo, Eduardo Affonso informa que já chegou a duvidar da questão mas hoje, ouvindo coisas aqui e ali, com o desejo de Cuca ter um jogador experiente, que Pará possa chegar ao Tricolor.

“Já ouvi esse nome e em um primeiro momento, tive estranheza, mas hoje pela situação emergencial, pela experiência, para a posição, já começo a não duvidar do Pará do Flamengo. Jà duvidei mas hoje, ouvindo aqui e ali do mercado e Cuca querendo um cara que conheça o futebol e conhece a posição. Não tem muita opção a não ser risco da Série B, ele parece ser uma espécie de empréstimo tampão até o final do ano”

Blog Elite Tricolor

São Paulo tem segunda melhor defesa e busca evoluir saída de bola

Enquanto o ataque do São Paulo ainda gera dúvidas e desconfiança, a defesa deixa o técnico Cuca satisfeito. A equipe tricolor tem a segunda melhor zaga do Campeonato Brasileiro, com seis gols sofridos, apenas um a mais do que o Palmeiras, líder no quesito.

Na avaliação de Cuca, o sistema defensivo são-paulino está encaixado. O técnico busca agora evolução nas saídas de bola da equipe desde os zagueiros. Foi por esse motivo que Bruno Alves e Arboleda inverteram de lado. O equatoriano passou a jogar pela esquerda, enquanto o brasileiro foi para a direita.

Na nova formação, Cuca acredita que as saídas de bola do São Paulo ficam mais qualificadas. É um pedido constante nos treinamentos para que as jogadas sejam iniciadas desde a defesa. Bruno Alves e Arboleda têm a missão de passar a bola para os laterais ou para os volantes.

Na lateral direita, inclusive, os zagueiros agora têm um novo companheiro. Igor Vinícius assumiu a posição de titular após o pedido de Hudson para voltar a ser utilizado como volante, sua posição de origem. O jovem de 22 anos tem características mais ofensivas.

Na esquerda, Reinaldo também se destaca mais pelas chegadas ao ataque do que pela marcação. Por conta disso, Cuca não descarta utilizar Hudson como lateral-direito em algumas partidas para equilibrar a equipe. O próprio volante se colocou à disposição, mas quer que seja situações pontuais – não ser fixado como lateral, como vinha acontecendo.

Cuca volta a treinar o São Paulo na manhã desta sexta-feira, na última atividade do elenco antes da viagem para o Rio de Janeiro. A equipe enfrentará o Fluminense no sábado, às 19h, no Maracanã, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Flu descarta pagar R$ 900 mil e não terá Nenê e Brenner contra São Paulo

Fernando Diniz terá duas baixas na hora de montar o Fluminense para enfrentar o São Paulo amanhã (27), no Maracanã. Quando acertou as transferências de Nenê e Brenner, o Tricolor paulista colocou duas cláusulas sobre a participação dos jogadores em confrontos diretos – dispositivo permitido pela CBF.
Os cariocas precisariam desembolsar R$ 600 mil para liberar o meia, ainda que ele não tenha mais vínculo com o rival, e R$ 300 mil pelo atacante. Segundo apurou a De Primeira, o Fluminense descartou desembolsar tal valor para escalar a dupla de ex-são paulinos. Brenner está emprestado ao time das Laranjeiras, enquanto Nenê rescindiu contrato com a equipe do Morumbi e assinou de maneira definitiva.

São Paulo, Brenner, Fluminense